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BOLÍVIA AUTORIZA BIOTECNOLOGIA PARA PRODUZIR BIODIESEL

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BOLÍVIA AUTORIZA BIOTECNOLOGIA PARA PRODUZIR BIODIESEL

BOLÍVIA AUTORIZA BIOTECNOLOGIA PARA PRODUZIR BIODIESEL

Governo da Bolívia anunciou a autorização do uso da biotecnologia na produção de soja para uso exclusivo em biodiesel. De acordo com o ministro de Hidrocarbonetos, Luis Alberto Sanchez, a decisão ocorreu após o uma reunião sua com o presidente Evo Morales e o vice-presidente Alvaro Garcia Linera.

"No âmbito da Lei de Aditivos para Origem Vegetal, a Bolívia está comprometida com os biocombustíveis; primeiro, ela deu um passo importante com o uso do etanol como combustível; agora, o uso da biotecnologia na produção de soja foi aprovado, com o único propósito de ser usada exclusivamente para a preparação do novo biodiesel, combustível verde ", afirma.

Ele explicou que, atualmente, existe uma área de produção de soja de 1,3 milhão de hectares em Santa Cruz que não deve ser afetada porque já tem destino, que é o mercado interno e externo e é por isso que, por meio dessa autorização do uso da biotecnologia, pretende-se incentivar o aumento da fronteira agrícola com mais 250 mil hectares, cuja produção será destinada a outro mercado, o biodiesel.

"Precisamos de 100 milhões de litros de óleo vegetal para o biocombustível, para o qual é necessário um aumento de 250.000 hectares. O biodiesel reduzirá os custos, diminuirá as importações, diminuirá o subsídio ao diesel e aumentará a produção desse combustível”, completa.

O ministro explicou que, a partir de agora, o trabalho será feito no âmbito regulatório através da elaboração de um decreto supremo que regula a atividade, que entraria em vigor nas próximas semanas. “Esta é outra parceria público-privada, que vai gerar um enorme investimento sem precedentes no país, para aumentar as lavouras de soja”, conclui.

BRASIL - COMBUSTÍVEL COM MAIS SOJA

O volume de biodiesel dentro do diesel vai crescer, gradualmente, até 2023. A medida foi autorizada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e está publicada no Diário Oficial da União. Até o fim do cronograma, essa participação na composição do combustível vai aumentar de 10% para 15%. De acordo com o cronograma, a mudança começa a partir de junho de 2019, quando o percentual passa de 10% para 11%. A partir de 2020 até 2023, haverá o aumento de um ponto percentual, sempre em março, até chegar a participação de 15%.

Projeção - Com a novidade, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) estimou a elevação de 2,9 milhões de toneladas de óleo de soja para 3,7 milhões de toneladas para esse fim. Com isso, a demanda pela soja para esmagamento relacionado ao biodiesel aumentará de 14,5 milhões para 18,5 milhões de toneladas.

Carnes - Esse aumento também será positivo para o setor de carnes, segundo nota divulgada pela Abiove, pois traz maior disponibilidade de farelo proteico, insumo estratégico para a ração animal. O aumento na demanda interna deve ser de 1,2% na demanda interna e de 13% para as exportações do farelo.

Biodiesel - Já a demanda por biodiesel foi projetada em 5,5 bilhões de litros, em relação a 4,3 bilhões de litros em 2017.

Aumento gradual - Caso novos testes em motores sejam bem-sucedidos, a exemplo do que aconteceu com o chamado B10 (10% de biodisel), o CNPE poderá estipular novos aumentos da mistura obrigatória em até B15 (15%) a partir de 2019. O uso do B20 e do B30, por exemplo, já é permitido de forma voluntária, desde que solicitado por consumidores frotistas às distribuidoras de combustíveis.

Liderança - O aumento da mistura do biodiesel reforça ainda a liderança do Brasil quanto à participação de biocombustíveis, conforme análise da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em relatório divulgado ontem. Segundo a entidade, a participação de fontes renováveis no suprimento de energia, no Brasil, é de 44%, ante 9% nos países da OCDE.

Benefícios - Um dos principais benefícios do biodiesel é a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa em 72%, em comparação ao diesel mineral, além de 20% em relação ao monóxido de carbono.

 

Fonte: adaptado dos sites “Agrolink” (https://goo.gl/GcvviU), “Paraná Cooperativo” (https://goo.gl/L1Ys66) e “Brasil - Gov” (https://goo.gl/Xvchvf)


Governo da Bolívia anunciou a autorização do uso da biotecnologia na produção de soja para uso exclusivo em biodiesel. De acordo com o ministro de Hidrocarbonetos, Luis Alberto Sanchez, a decisão ocorreu após o uma reunião sua com o presidente Evo Morales e o vice-presidente Alvaro Garcia Linera.

"No âmbito da Lei de Aditivos para Origem Vegetal, a Bolívia está comprometida com os biocombustíveis; primeiro, ela deu um passo importante com o uso do etanol como combustível; agora, o uso da biotecnologia na produção de soja foi aprovado, com o único propósito de ser usada exclusivamente para a preparação do novo biodiesel, combustível verde ", afirma.

Ele explicou que, atualmente, existe uma área de produção de soja de 1,3 milhão de hectares em Santa Cruz que não deve ser afetada porque já tem destino, que é o mercado interno e externo e é por isso que, por meio dessa autorização do uso da biotecnologia, pretende-se incentivar o aumento da fronteira agrícola com mais 250 mil hectares, cuja produção será destinada a outro mercado, o biodiesel.

"Precisamos de 100 milhões de litros de óleo vegetal para o biocombustível, para o qual é necessário um aumento de 250.000 hectares. O biodiesel reduzirá os custos, diminuirá as importações, diminuirá o subsídio ao diesel e aumentará a produção desse combustível”, completa.

O ministro explicou que, a partir de agora, o trabalho será feito no âmbito regulatório através da elaboração de um decreto supremo que regula a atividade, que entraria em vigor nas próximas semanas. “Esta é outra parceria público-privada, que vai gerar um enorme investimento sem precedentes no país, para aumentar as lavouras de soja”, conclui.

BRASIL - COMBUSTÍVEL COM MAIS SOJA

O volume de biodiesel dentro do diesel vai crescer, gradualmente, até 2023. A medida foi autorizada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e está publicada no Diário Oficial da União. Até o fim do cronograma, essa participação na composição do combustível vai aumentar de 10% para 15%. De acordo com o cronograma, a mudança começa a partir de junho de 2019, quando o percentual passa de 10% para 11%. A partir de 2020 até 2023, haverá o aumento de um ponto percentual, sempre em março, até chegar a participação de 15%.

Projeção - Com a novidade, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) estimou a elevação de 2,9 milhões de toneladas de óleo de soja para 3,7 milhões de toneladas para esse fim. Com isso, a demanda pela soja para esmagamento relacionado ao biodiesel aumentará de 14,5 milhões para 18,5 milhões de toneladas.

Carnes - Esse aumento também será positivo para o setor de carnes, segundo nota divulgada pela Abiove, pois traz maior disponibilidade de farelo proteico, insumo estratégico para a ração animal. O aumento na demanda interna deve ser de 1,2% na demanda interna e de 13% para as exportações do farelo.

Biodiesel - Já a demanda por biodiesel foi projetada em 5,5 bilhões de litros, em relação a 4,3 bilhões de litros em 2017.

Aumento gradual - Caso novos testes em motores sejam bem-sucedidos, a exemplo do que aconteceu com o chamado B10 (10% de biodisel), o CNPE poderá estipular novos aumentos da mistura obrigatória em até B15 (15%) a partir de 2019. O uso do B20 e do B30, por exemplo, já é permitido de forma voluntária, desde que solicitado por consumidores frotistas às distribuidoras de combustíveis.

Liderança - O aumento da mistura do biodiesel reforça ainda a liderança do Brasil quanto à participação de biocombustíveis, conforme análise da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em relatório divulgado ontem. Segundo a entidade, a participação de fontes renováveis no suprimento de energia, no Brasil, é de 44%, ante 9% nos países da OCDE.

Benefícios - Um dos principais benefícios do biodiesel é a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa em 72%, em comparação ao diesel mineral, além de 20% em relação ao monóxido de carbono.

 

Fonte: adaptado dos sites “Agrolink” (https://goo.gl/GcvviU), “Paraná Cooperativo” (https://goo.gl/L1Ys66) e “Brasil - Gov” (https://goo.gl/Xvchvf)




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